Insights baseados em IA: reduzindo a perda de água em São Paulo.

Flowless team worked with Salfeet Municipality on deploying Flowless smart system to monitor water supply and control operations.

A SABESP, reduziu uma média de 1.000 m³/mês, em perdas de água, no DMC “Pedro Viviani”, utilizando sua equipe atual e controle de pressão inteligente.

visão geral

Em meados de 2025, a SABESP enfrentava perdas de água persistentemente altas, em seu Distrito de Medição e Controle “Pedro Viviani”, uma das áreas mais afetadas da Zona Leste de São Paulo. Quase metade da água que entrava no distrito estava se perdendo, e as equipes lutavam para saber onde as perdas ocorriam ou quais ações poderiam contribuir para o problema.

Com o Flowless WaterCloud, os operadores conseguiram identificar os tipos de perdas de água e quantificá-las. Com base nisso, utilizaram planos de ação fornecidos pela análise de IA do Flowless para simular o gerenciamento de pressão e prever o impacto antes da implementação em campo.
A equipe da SABESP aplicou esses ajustes de pressão e acompanhou a eficácia e a redução de vazamentos por meio do painel Flowless.

Nenhuma nova infraestrutura ou pessoal extra foi necessária; a plataforma colocou insights poderosos diretamente em suas mãos. O resultado: resposta mais rápida, menos desperdício de água e mais confiança a cada ajuste.

O Problema

O DMC Pedro Viviani, uma rede de pressão controlada na Região Leste da SABESP, enfrentava um desafio persistente: mostrava altas taxas perdas de água e vazamentos ocultos, drenando recursos e bloqueando o progresso.

Os operadores sabiam que existiam vazamentos, mas precisavam da disponibilidade de uma maneira de priorizar planos de redução de vazamentos, e, prever o impacto antes de implementá-los.

A SABESP já tinha instalado medidores e sensores para coletar dados, mas precisava de ferramentas para limpar e analisar os dados brutos, de forma rápida e eficaz, e transformá-los em planos de ação.

Sem os ‘insights” corretos, o volume de vazamento permaneceu elevado e as economias, tão necessárias, pareciam inalcançáveis. Os operadores da SABESP queriam uma solução que não exigisse investimentos massivos ou implantações complexas, mas, apenas respostas claras, ajustes seguros e a capacidade de progredir com o que já possuíam.

Os riscos eram altos, e o progresso dependia da transformação de dados confiáveis, em resultados.

A SOLUÇÃO

A SABESP firmou uma parceria com a Flowless e seu representante no Brasil, para fornecer à sua equipe, a confiança e as ferramentas necessárias para lidar com vazamentos, usando aquilo que já possuía. O objetivo não era aumentar a equipe, ou fazer grandes mudanças no sistema, mas sim dar a agilidade, a clareza e o controle para os operadores em campo.

O que a SABESP implementou e como a Flowless ajudou:

√ Pressão e fluxo monitorados em tempo real com integração simples – sem qualquer utilização de hardware local.
√ Utilizou de análises inteligentes para identificar vazamentos e medir o impacto.
√ Executou testes de pressão seguros e verificações de cenários diretamente nos painéis.
√ Realizou ajustes de pressão direcionados com base em “insights” claros e acionáveisa, partir de modelos baseados em I.A..
√ Acompanhou todos os resultados: redução de vazamentos, rompimentos, aumento do volume de consumo médio mensal medido, medidores de consumo apresentando sub medição, anomalias, usando relatórios automatizados, tudo em um só lugar.

PRINCIPAIS CONCLUSÕES

As vitórias práticas que você pode medir.

Após a limpeza e verificação de todos os dados, de vazão e pressão, nossa equipe facilitou a identificação precisa dos vazamentos de água pelos funcionários da SABESP. Painéis intuitivos tornaram visíveis as áreas problemáticas e as oportunidades, e nosso gêmeo digital mostrou, em tempo quase real, o que acontecia quando reduzíamos a pressão da tubulação em cerca de cinco mca.

Resultados em resumo:

√ Os vazamentos diários caíram cerca de 33 metros cúbicos com apenas uma pequena redução de pressão, economizando 1.000 metros cúbicos mensais, através de mudanças operacionais mínimas.
√ Menor pressão significava que as bombas trabalhavam menos, economizando energia diretamente e reduzindo a pegada de carbono da concessionária, sem necessidade de etapas extras.
√ Com menos pressão sobre o sistema, os canos tinham menos probabilidade de estourar, resultando em menos reparos de emergência e uma rede mais confiável.

Essa simples mudança de pressão funcionou melhor para detectar vazamentos causados por rachaduras e canos envelhecidos, provando que ajustes bem pensados, e não apenas grandes gastos, podem gerar economias reais e operações mais tranquilas.